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Safra 2015/2016 da cana-de-açúcar pode aumentar 2,5%

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De acordo com a Datagro, a moagem de cana-de-açúcar pelas usinas do centro sul do Brasil na safra de 2015/2016, que se inicia a partir de 1º de abril, deve aumentar cerca de 2,5%, o que equivale a 584 milhões de toneladas. A empresa de consultoria de etanol e açúcar divulgou, ainda, que no Brasil a expectativa é que esta próxima safra alcance 642 milhões de toneladas, 1,9% maior se comparada ao período anterior.
 
Essas informações foram apresentadas pelo consultor de vendas, Daniel Tavares, na noite dessa quinta-feira (19), no auditório Primavera, campus II da Unoeste, durante a 7ª edição da Tecnosucro. Ele aproveitou a oportunidade para tratar de outros aspectos, como as estimativas de moagem do Paraguai e da Argentina. “É relevante observar que, atualmente, o setor sucroalcooleiro passa por algumas dificuldades. Contudo, novos horizontes estão surgindo como, por exemplo, a medida do governo que aumenta de 25% para 27% a quantidade da mistura de álcool anidro na gasolina”.
 
O profissional acredita que o segmento já passou por momentos piores e que agora a situação pode ser de ascensão. “Temos dois exemplos de usinas que estão em pleno desenvolvimento: a Alto Alegre e a Cocal. Fundadas na década de 80, a primeira iniciou as suas atividades em Colorado (PR) com uma única instalação. Hoje conta com mais três unidades, sendo em Florestópolis (PR), Santo Inácio (PR) e Ameliópolis (SP), contabilizando uma moagem de quase 10 milhões de toneladas de cana. Já a Cocal, com usinas localizadas em Paraguaçu Paulista (SP) e Narandiba (SP), deve moer neste ano cerca de 8 milhões de toneladas. Dessa forma, esse panorama permite dizer que, apesar de épocas difíceis, existem usinas que estão em evolução”.
 
Sobre o fechamento de nove usinas divulgado pelo Datagro, Tavares explica que esse cenário não significa uma redução na quantidade de moagem da cana-de-açúcar. “Para se ter ideia, existem grupos que vão centralizar a sua produção em uma outra instalação com maior capacidade e, posteriormente, modificarão e reabrirão a unidade que foi fechada para produção de etanol. É claro que existem empresas que encerrarão suas atividades, entretanto, esse fato pode ocorrer em qualquer outro setor e está mais relacionado à problemas de gestão”, considera.
 
Quando se fala de oportunidades de emprego, ele destaca que existem países que estão importando mão-de-obra brasileira, como o Paraguai, Bolívia e Colômbia. “Existe uma carência do exterior por profissionais qualificados que tenham domínio nas áreas acadêmica e de processamento de usinas. O mais vantajoso para quem tem esse perfil é que o pagamento é feito em dólar”.
 
Para quem deseja permanecer no Brasil, Tavares frisa que o setor sucroalcooleiro ainda é deficiente de pessoas que tenham formação superior. O profissional, que atua com venda de insumos, considera que essa área também é muito promissora. “Além das usinas de açúcar e álcool, os egressos de Produção Sucroalcooleira também têm condições de atuar em segmentos variados, como o processamento de sulco, alimentação e produção de etanol por meio de cereais, milho, mandioca e batata”.
 
Fonte: Assessoria de Imprensa da Unoeste
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